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Legatum

Sobre

Design não é o que a marca parece. É o que ela sustenta.

Foto do João Paulo

A história

Sete anos atrás comecei como designer gráfico e passei por projetos de empresas grandes: montadora, concessionária, energia solar, tecnologia para agricultura. Em todas elas o padrão se repetia — a empresa tinha estrutura, tinha verba, tinha produto bom, e mesmo assim a comunicação visual chegava atrasada, inconsistente ou genérica. Não era falta de dinheiro. Era falta de alguém tratando design como sistema, e não como pedido avulso.

Por que Legatum

Legatum é legado, em latim. É o que fica depois que a campanha sai do ar. Uma marca que se comunica igual todo mês constrói percepção; uma marca que muda de cara a cada peça recomeça do zero toda vez.

O que a pós em UX mudou

Passei a olhar toda peça pela mesma pergunta que se faz de uma interface: quem vai receber isso, em que contexto, e o que precisa acontecer depois? É a diferença entre um post bonito e um post que funciona.

Como trabalho

Solo, por escolha e por enquanto. Isso significa menos volume que uma agência e mais profundidade em cada cliente: eu sei o nome do produto, entendo o público e não preciso reaprender o negócio a cada briefing.

No que eu acredito

  • Consistência vence criatividade avulsa
  • Estratégia antes de estética
  • Prazo é parte da entrega
  • Cliente não deveria precisar traduzir o que quer

Vamos combinar o próximo mês da sua marca?

Me conta o que você precisa entregar e eu digo, sem enrolação, se a Legatum é o estúdio certo pra isso.